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Acta - Medicina Diagnóstica

Com proposta de aprimorar a qualidade da medicina diagnóstica, em 2000 foi inaugurado o Acta, dando início às atividades médicas da anatomia patológica e citopatologia. A expansão da área física ocorre gradativamente, possibilitando a constante criação de novos serviços. A convicção no desempenho de um trabalho de alta qualidade, humanizado e aliado a novos recursos tecnológicos impulsionam os caminhos a serem percorridos. O aprimoramento, a eficiência e a eficácia de soluções aplicadas à medicina diagnóstica é nossa missão. Valores importantes na execução de nossas atividades diárias nos orientam para o acolhimento humano, para a honestidade, verdade e competência em todas as etapas da atuação do trabalho em equipe.

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Exames

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Acesso Médicos

O que fazemos

Exames

Confira a lista de exames que realizamos aqui.

O método consiste na análise e descrição das características macroscópicas de fragmentos representativos em áreas de interesse que são incluídos em parafina e corados habitualmente pela hematoxilina-eosina (H.E). Colorações especiais podem ser realizadas quando necessárias. O material analisado pode ser submetido a vários exames adicionais, tais como: exame imuno-histoquímico, hibridização “in situ” e ploidia de DNA, entre outros. O exame anátomo-patológico é feito em fragmentos de tecido obtidos por biópsia incisional, excisional, por cautério, punch, endoscopia, punção por agulha grossa de diferentes órgãos ou em peças cirúrgicas.

Técnica genética que consegue detectar a presença de pequena quantidade das bactérias clamídia e gonococos, que infectam os genitais tanto de homens como de mulheres, causando as chamadas doenças sexualmente transmissíveis. A captura híbrida pode comprovar a presença dessas bactérias no início das infecções. Detecta agentes causadores de doenças não identificáveis pelos métodos habituais ou rotineiros. Atualmente muito utilizado na confirmação da infecção pelo HPV, Chlamydia e Gonococos no trato genital. Por utilizar sondas específicas fornece a tipificação do agente e faz sua titulação, ou seja, quantifica o agente, informação valiosa no monitoramento do tratamento e na suspeita de recidiva. A coleta do material é feita como em outros exames ginecológicos (papanicolaou), no entanto, é colocado em um líquido específico. O material colhido pode ser usado para detecção tanto da clamídia, quanto do gonococos (bactéria causadora da gonorréia) e HPV (vírus causador do câncer de colo uterino).
as punções aspirativas por agulha fina, parte do líquido é reservado para exame de “cell block”. Consiste em incluir em parafina o sedimento resultante da centrifugação do líquido, seguindo-se o mesmo processamento do anátomo patológico. Caso haja material sólido, deve ser fixado em formol a 10% e o material líquido deve ser misturado em partes iguais com álcool a 70%, para posterior realização de “Cell Block”
O teste de Papanicolaou é notoriamente reconhecido como um dos grandes sucessos diagnósticos de triagem já desenvolvidos para a prevenção do câncer do colo uterino e outros órgãos. O exame citológico também é realizado em material obtido de PAAF de diversos órgãos
O método consiste na detecção de sequências específicas de DNA, em cortes de tecido ou preparados citológicos, utilizando sondas (sequência de ácido nucleico específico) marcadas com biotina. A positividade do exame permite o diagnóstico específico da infecção pelo HPV em lesões benignas, pré-cancerosas ou malignas. A grande vantagem da hibridizaçao in situ é a possibilidade de se fazer correlação com os aspectos morfológicos/histológicos das lesões, sem necessidade de material fixado em meios especiais, permitindo a análise em material de biópsias ou peças cirúrgicas coletadas e fixadas em formol a 10%, material congelado, cultura de células, preparados citológicos ou blocos de parafina.
Consiste principalmente na pesquisa de células neoplásicas em esfregaços cérvico-vaginais mediante a coloração de Papanicolaou. É necessário que a paciente não esteja menstruada, não mantenha relações sexuais nem faça uso de duchas vaginais ou medicamentos por 48 horas precedentes ao exame. Sendo assim, deve ser colhida a amostra com espátula de Ayres e escovinha. Imediatamente após a realização dos esfregaços devem ser fixados com Citofix (borrifado a uma distancia de 15cm ou pingando de duas a três gotas e espalhando pela lâmina) secados e depois acondicionados com devida identificação em caixa ou tubetes para transporte. Caso não tenha o fixador de células, a lâmina deve ser imersa em álcool 70%.
Utilizados principalmente para diagnóstico complementar em patologias do rim e da pele. Este teste geralmente utiliza anticorpo poli ou monoclonal que reage diretamente contra antígeno gene-específico. O conjugado forma um complexo estável. O anticorpo não ligado é removido por lavagem e o preparado final é observado ao microscópio. Por necessitar da microscopia de fluorescência, o resultado é subjetivo, ficando a acurácia dependente da experiência do examinador.
O exame Imuno-histoquímico tornou-se um adjuvante indispensável à prática da patologia moderna, complementando o exame histológico convencional. Pode ser realizado em material de biópsias, peças cirúrgicas ou preparados citológicos. Contribui para o diagnóstico em diversas situações, entre as quais: • Determinação da linhagem histogenética das neoplasias, como por exemplo os linfomas não Hodgkin; • Caracterização da possível origem dos carcinomas, no caso das doenças metastáticas com localização primária desconhecida; • Discriminação da natureza benigna versus maligna de determinadas lesões, como a presença de células basais nas lesões proliferativas benignas da próstata; • Avaliação prognóstica de neoplasias, como por exemplo, no carcinoma de mama, através da detecção de receptores hormonais, oncoproteínas, fatores relacionados a angiogênese, ciclo celular e proliferação celular; • Avaliação de proteínas que possam servir de “alvos” para a terapêutica com anticorpos monoclonais específicos, como o Her-2-Neu nos carcinomas de mama e o Cd20 nos linfomas de linhagem B.
Exame realizado para confirmação ou complementação diagnóstica. Em casos externos, as lâminas devem vir acondicionadas em caixas ou tubetes porta-lâminas com o pedido médico e cópia do laudo.

É um método rápido, de boa resolução e pouco doloroso, permite diagnosticar nódulos detectados pelo próprio paciente ou pelo médico. A PAAF direciona a conduta de tratamento e em alguns casos pode evitar intervenções cirúrgicas invasivas.

Dr. Marcos Roberto Martins

Diretor Técnico | RQE N° 19505


Dra. Lilian Mary da Silva

CRM N° 48697


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CRM N° 62436


Dra. Miriam Keiko Takehara

CRM N° 139390


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CRM N° 120366

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CRM Nº 103797


Dra. Adriana C. A. Crespo

CRM N° 99342


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CRM N° 112334


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CRM N° 26345


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CRM N° 179417

Dra. Claudia Pereira dos Santos

CRM N° 76743


Dr. Claudio Santos Menêses

CRM N° 103797


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CRM N° 124218


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CRM N° 59926


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CRM N° 140263

Dra. Fernanda R. Gonçalves

CRM N° 122140


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CRM N° 49181


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CRM N° 115741

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